Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Abril 3, 2012

Bahia pode sofrer colapso no escoamento de cargas

O estado da Bahia poderá sofrer nos próximos anos o maior colapso de sua história no escoamento de cargas. Devido aos novos investimentos industriais e a elevação da produção, a questão portuária tem se tornado assunto frequente nos segmentos empresariais do estado e deixado muitos empresários perplexos com a forma com que a questão está sendo conduzida.

Segundo o presidente do Instituto Miguel Calmon, IMIC, Adary Oliveira, o raio X não é promissor para o estado no tocante a questão que há anos se encontra em pauta de discussões. A publicação da Carta do IMIC, na edição de 13 de março, na Tribuna da Bahia, traz mais dúvidas que certezas quanto à situação econômica. Adary ressalta que os pontos expostos na carta serão discutidos com o segmento empresarial.

“A questão portuária preocupa os empresários porque novos investimentos industriais estão sendo feitos e a Bahia não tem como escoar a produção. A situação do novo Terminal de Contêineres de Salvador é uma demanda urgente. O atual terminal já vem sofrendo intervenções. O cais, com a ampliação para 377 metros, poderá receber navios de 300 m de profundidade. No entanto a ANTAQ autorizou a realização de uma segunda licitação que ainda não se concretizou. Entre licenciamentos e obras espera-se que o prazo de demora seja de quatro anos e neste tempo a Bahia corre o risco de já em 2016 ser prejudicada por não conseguir embarcar sua produção interna”, reclama. Adary Oliveira diz que o segundo terminal de contêineres seria feito numa área de 375 m e com ele seria possível ampliar o escoamento de carga conteinerizada.

“Com as obras em curso o atual terminal passará a escoar 500 mil contêineres por ano. Com um segundo terminal, a Bahia chegaria a escoar 1 milhão de contêineres por ano e isso aliviaria os problemas pertinentes ao transporte de cargas no estado”, cita. Oliveira ainda menciona a questão financeira da cidade do Salvador. “Sabe-se que a construção civil é maior arrecadadora de ISS para a Prefeitura de Salvador. O segundo segmento envolve o de serviços portuários. Com a realização dessas obras a prefeitura da capital baiana poderia arrecadar mais tributos e isso se refletiria na economia da cidade”, alerta.

Fonte: Tribuna da Bahia

Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Março 13, 2012

Produção industrial da Bahia tem alta de 12,6%

A produção industrial na Bahia registrou o melhor desempenho entre dezembro e janeiro, na série com ajustes sazonais, de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados constam da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional (PIM/PF Regional) de janeiro, divulgada nesta terça-feira (13), que analisou 14 localidades. Dessas, nove registraram queda em suas produções.

A pesquisa aponta que o estado baiano obteve alta de 12,6%, acima do registrado na Região Nordeste, cujo crescimento no período foi de 5,7%. Na mesma base de comparação, a produção industrial em Goiás avançou 3,3%, ao passo que no Rio Grande do Sul o setor cresceu 0,5%.

Já o decréscimo industrial ocorreu no Pará, que registrou a maior baixa, de 13,4% em janeiro frente a dezembro, já feitos os ajustes sazonais. As quedas representativas também ocorreram nas produções de Paraná, com recuo de 11,5%, e Rio de Janeiro, onde o decréscimo foi de 5,9%.

Com o resultado, a média nacional caiu 2,1% em janeiro na comparação com dezembro,  descontados os efeitos sazonais.

Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Março 13, 2012

Projetos emperrados

O IMIC, no ano em que a Bahia comemora o centenário do nascimento de Miguel Calmon, com o apoio parceiro da Tribuna da Bahia, abre este espaço para que os  empresários se manifestem, exponham suas opiniões, formulem soluções para os problemas que inibem o crescimento econômico e o desenvolvimento social do Estado, e que livremente possam revelar seus pensamentos, contribuindo para o forta-lecimento das instituições democráticas e o bem-estar social.

A Carta do IMIC, que durante anos circulou na forma de tabloide distribuído diretamente aos empresários e pesquisadores universitários, abordando temas os mais diversos como desenvolvimento sustentável, transposição do Rio São Francisco, transporte turístico na Baía de Todos os Santos, qualidade e crescimento econômico, diagnóstico e perspectivas da indústria petroquímica, extinção de tributos na produção agropecuária, fenômenos tributários na receita da Bahia, a indústria da celulose na Bahia, dentre outros, passa agora a circular semanalmente em coluna especial no caderno de economia da Tribuna.

Fiel à tradição de independência do pensamento político que sempre caracterizou o jornal fundado por Elmano Castro, a Carta do IMIC se propõe a expor questões relevantes da nossa economia, vista pelo lado e ângulo dos empresários, sem perder de vista o interesse maior do desenvolvimento desejado por todos que habitam essa terra de todos os santos.

Assim, serão buscados esclarecimentos sobre indagações presentes nas conversas entre os empresários, tais como: Quando sairão do papel os projetos da construção da Avenida 29 de Março, da Avenida Atlântica, das linhas do metrô ligando o Acesso Norte a Lauro de Freitas e extensão da linha atual até Pirajá e da ligação marginal da Tancredo Neves à Avenida Magalhães Neto? Quando a Codeba realizará a licitação para construção do novo terminal de contêineres do Porto de Salvador, já autorizado há quase dois anos pela Antaq?

Quando a SEP e a Antaq responderão ao Consórcio Braskem/Ultracargo/Login/MDias Branco ao pedido de concessão do Porto de Aratu? Os ambientalistas e o Ibama adotarão medidas protelatórias para a construção do Porto Sul e da FIOL por quanto tempo? Até quando vamos esperar para que o Governo perceba que a desindustrialização precisa ser estancada e que o crescimento econômico não tem sustentação com base apenas nas exportações de minérios e de commodities agrícolas?
Até quando se vai imaginar que a atração de investimentos será fortalecida sem a realização das obras de infraestrutura, principalmente de rodovias, ferrovias e instalações portuárias? Por que o Governo não libera para a iniciativa privada a construção e operação de portos públicos?

Até quando serão mantidas as mais elevadas taxas de juros nos empréstimos de longo prazo? Por quanto tempo teremos de nos submeter ao escorchante sistema tributário? Até quando teremos de conviver com uma das energias mais caras do mundo apesar da geração predominantemente hidrelétrica? Teremos sempre que pagar impostos tão elevados?

Caberão também informações sobre novas oportunidades de negócios, iniciativas governamentais de novos investimentos, dados que apontem tendências da economia, adoção de melhorias no atual sistema de financiamento dos investimentos, simplificação do licenciamento ambiental, aumento da segurança patrimonial, moderna mobilidade urbana, melhor aprendizado profissional, eficiente sistema de saúde do trabalhador e oferta de novas e melhores habitações.

O IMIC e o Fórum Empresarial da Bahia serão as entidades que em contato permanente com empresários e especialistas nos diversos setores da atividade econômica alimentarão o diálogo, o debate,as sugestões, as reivindicações, as críticas, sempre no sentido de esclarecer, despertar, influir, desmistificar e externar pontos de vistas diversos sobre questões tão díspares e aparentemente complicadas.

Fica a certeza da disposição dos empresários da Bahia de utilizarem da melhor forma possível o espaço cedido pela Tribuna da Bahia para que ele sirva de referência do pensamento empresarial, espelho para divulgação das boas soluções e de oficina para elaboração das boas ideias.

Adary Oliveira – Presidente do IMIC

Carta do Imic publicada na Tribuna da Bahia

Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Março 12, 2012

Tribuna e IMIC firmam parceria para discutir economia baiana

A Tribuna da Bahia será palco das principais discussões a respeito da economia baiana. Esta é a expectativa de uma parceria firmada entre o jornal e o IMIC – Instituto Miguel Calmon /Fórum Empresarial. Publicações semanais com posicionamentos e análises dos mais variados setores da economia passarão a integrar o conteúdo da Tribuna.

Em visita à diretoria da TB, o presidente do IMIC, Adary Oliveira mostrou-se entusiasmado com o convênio. “Escolhemos a Tribuna devido à sua histórica posição independente.Acreditamos que o jornal será uma janela para que empresários possam se manifestar, pontuando problemas e apresentando soluções”, destacou.

Com a nova parceria, a Tribuna passa a ser o veículo oficial do IMIC, com uma coluna voltada às cartas da instituição, que serão postadas todas as terças-feiras.

“Estamos satisfeitos com esta escolha do IMIC, pois, acreditamos que o jornal será um porta-voz das preocupações do empresariado”, pontuou Walter Pinheiro, diretor-presidente da TB, que disse ainda esperar que líderes, de diversos segmentos, possam contribuir com críticas e sugestões. “É importante que as entidades classistas se manifestem e abordem questões vinculadas ao desenvolvimento da Bahia, fazendo proposições e apontando entraves”.

ALMOÇO COM A TRIBUNA

Em mais uma série do projeto Almoço com a Tribuna, que tem o apoio da empresa Prato Leve, representantes de diversos setores da economia se fizeram presente e comemoraram a iniciativa. “É de grande valia que uma instituição como o IMIC se mostre nas páginas de um jornal como a Tribuna, para que não apenas nós do setor, como a população como um todo tenha conhecimento do que acontece na economia baiana”, lembrou Marcos Meirelles, presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB).

A reunião contou ainda com a participação de Marcelo Sacramento, diretor de relações institucionais da TB, do editor de economia, Gerson Brasil e da colunista Sara Barnuevo.

O ponto alto do projeto será uma premiação que deve acontecer em julho deste ano, no salão nobre da ACB, no bairro do Comércio, quando serão laureadas as empresas – dos mais variados seguimentos da economia – que tiveram o melhor desempenho, durante o ano de 2011.

O presidente do IMIC, Adary Oliveira, lembrou ainda que assuntos envolvendo a questão portuária e a rodovia Oeste-Leste deverão ser abordados nessa coluna.

“O agronegócio e o problema do alto custo dos fretes para a exportação da soja é um problema sério que deve ser discutido”, enfatiza.

O vice-presidente do IMIC, Wilson Café acrescentou que questões relacionadas às licenças ambientais são gargalos que impedem o desenvolvimento do estado. “Precisamos encontrar alternativas para estes e outros problemas”, pontua.

O vice-presidente da Federação do Comércio do Estado da Bahia, Carlos Trindade fez questão de ressaltar a importância que as publicações terão na junção dos três principais setores da economia. “Indústria, comércio e agricultura que devem caminhar juntos no sentido de fortalecer o setor”, conclui.

Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Março 6, 2012

Mais de 200 pessoas assistem palestra de Eliana Calmon

Empresários, advogados e políticos assistiram nesta terça-feira (06), na Associação Comercial da Bahia, a palestra da ministra do STJ (Supremo Tribunal de Justiça)  e corregedora do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Eliana Calmon. O evento promovido pelo Instituto Miguel Calmon (Imic), com apoio da Associação Comercial da Bahia e da OAB contou com a presença de mais de 200 inscritos, número considerado recorde em edições anteriores.

Durante a palestra foram abordadas as principais polêmicas envolvendo o CNJ, entre elas, as competências estabelecidas em lei para processar e julgar juízes que pratiquem atos de improbidade e corrupção. A ministra também abordou os principais problemas da justiça baiana. Em entrevista coletiva,  a ministra enfatizou que  apesar dos casos de corrupção no magistrado serem pontuais, o Tribunal tem problemas difíceis de serem solucionados.

“É um dos Tribunais problemáticos. É difícil mapear e solucionar todos os problemas até porque existe certa resistência. Mesmo assim, não há grande problemas de corrupção. São casos mais pontuais, diferente de algumas outras instituições”, disse comparando com o Tribunal de Justiça de São Paulo, onde as investigações sobre abusos e crimes contra o patrimônio tem gerado polêmica desde setembro de 2011. Ela antecipou que as dificuldades do TJBA estão relacionadas à gestão. “Tem problemas de gestão, claro, de falta de recursos e tem também a questão dos casos extrajudiciais. Isso tem dificultado o trabalho da instituição”, esclareceu.

Café da Manhã com Empresários

 O “Café da Manhã com Empresários”, iniciativa que data de 1999, é um evento mensal onde empresários e formadores de opinião se reúnem para a discussão de temas relacionados à economia ou relatos de experiências bem-sucedidas de gestão empresarial. Participam deste evento empresários do ramo da indústria, comércio, agronegócios, serviços, entre

Este slideshow necessita de JavaScript.

outros.

 

Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Fevereiro 28, 2012

Eliana Calmon faz palestra em Salvador

A corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon é a palestrante da próxima edição do Café da Manhã com Empresários, promovido pelo Instituto Miguel Calmon (Imic), com apoio da Associação Comercial da Bahia e da OAB. Na ocasião, a ministra apresenta palestra sobre o tema “CNJ: Atuação, dilemas e desafios futuros”.

O evento será realizado na próxima terça-feira, dia 06 de março, a partir das7h30, na Associação Comercial da Bahia.

EVENTO:  Café da Manhã com Empresários

PALESTRANTE: Ministra Eliana Calmon

DATA: 06 março, terça-feira

HORÁRIO:7h30

LOCAL: Associação Comercial da Bahia

ENDEREÇO: Praça dos Arcos – Comércio

CONTATOS:3242-5077OU9956-7529( diretor do Imic, Adary Oliveira)


Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Fevereiro 13, 2012

Morre aos 75 anos, o empresário André Guimarães

O empresário André Guimarães faleceu nesta segunda-feira (13), no Hospital Aliança, após vários dias internado vítima de um câncer no sistema linfático. O quadro se agravou e Guimarães faleceu em decorrência de uma infecção pulmonar.

André Guimarães, proprietário da construtora que leva seu nome, tinha 75 anos. A empresa foi criada há 27 anos para a construção de residências e empreendimentos comerciais. O enterro será às 17h, no cemitério Jardim da Saudade.

Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Fevereiro 13, 2012

Fazenda estima crescimento de 4,5% em 2012

O Ministério da Fazenda informou nesta segunda-feira (13) que baixou a sua previsão de crescimento da economia para este ano de 5% para 4,5%. O dado consta no boletim “Economia Brasileira em Perspectiva”.

Apesar da queda, a estimativa do Ministério da Fazenda ainda está bem acima do que prevê o Banco Central, cuja expectativa é de uma taxa de expansão de 3,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2012. O mercado financeiro, por sua vez, prevê uma expansão econômica de 3,3% para este ano.

Segundo as previsões do Ministério da Fazenda, o crescimento do PIB de 2011, cujo número ainda não foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será de 3,2%. Para 2012, a estimativa é de uma taxa de expansão de 4,5%, passando para um crescimento de 5,5% em 2013 e para 6% em 2014. Deste modo, a taxa média de crescimento prevista para 2011 a 2014, ou seja, no mandato da presidente Dilma Rousseff, está em 4,8%.

Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Fevereiro 13, 2012

Camex reduz tarifa de importação para produtos de informática

A Camex (Comissão de Comércio Exterior) reduziu de 16% para 2%, até 30 de junho de 2013, o Imposto de Importação de alguns produtos de informática e de telecomunicação. A resolução Camex 9 está publicada no “Diário Oficial da União” de hoje.

A tarifa reduzida vale para módulos montados como demonstrador de cristal líquido de driver; máquinas para produção de ozônio; aparelhos para diagnósticos de funcionamento de freios ABS, motor ou air bag de veículos e equipamentos inteligentes para testes funcionais de motores. Segundo a Camex, a alteração de tarifa é feita na condição de “ex-tarifário” dos produtos em questão. O mecanismo de ex-tarifário reduz temporariamente as alíquotas de itens sem produção nacional, vinculados a investimentos produtivos no país.

Publicado por: Instituto Miguel Calmon | Fevereiro 3, 2012

Brasil e México renegociarão acordo automotivo

A presidente Dilma Rousseff e o presidente do México, Felipe Calderón selaram o fim do atual acordo automotivo entre os dois países, que será renegociado por uma missão do governo mexicano, a ser enviada na próxima semana ao Brasil.

Dilma, na conversa com Calderón, deixou claro que, sem acordo na renegociação, cogita “denunciar” (cancelar) o atual tratado, pondo fim ao livre comércio de automóveis, partes e peças existente desde 2002.

Dois pontos são considerados fundamentais pelo governo brasileiro: ampliar o alcance do acordo, incluindo caminhões e outros utilitários hoje não alcançados pelas regras de livre comércio; e aumentar a exigência de componentes fabricados nacionalmente nos carros mexicanos vendidos ao Brasil (pelas regras atuais, o governo calcula que os mexicanos precisam agregar apenas 30% a 35% de componentes fabricados localmente, bem menos do que é exigido dos sócios do Mercosul).

Calderón disse compreender as preocupações brasileiras e aceitou enviar a missão para renegociar.

Argentina

O governo brasileiro acredita que a Argentina seguirá o exemplo brasileiro e também pedirá renegociação do acordo similar que mantém com o México.

Essa possibilidade está na agenda da secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, em Buenos Aires, para onde ela viaja na próxima segunda-feira com o objetivo de discutir as mais recentes medidas protecionistas do governo argentino contra produtos importados.

« Artigos mais recentes - Mensagens Antigas »

Categorias

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.